quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
TEMOS UM POETA NA 14ª TURMA DO CURSO DE CUTELARIA DA UnB!
BATE O FERRO
BATE O AÇO
TREME O CHÃO
E CANTA ARAPONGA
É QUENTE, É UMIDO
O SUOR ESCORRE
COMO ÁGUAS DE MARÇO
E O TOM BATE O MARTELO
MEU CORAÇÃO RUFA
COMO UM TAROL
O FOGO ARDE
E A SEDE AUMENTA
O AÇO RESSOA E CURVA
NAS MÃOS CUTELEIRAS
BARRO DE FOGO A BRILHAR
LÂMINA DE AÇO PURO...
A CINTILAR.
ANDRÉ GARCIA CUNHA
15/02/11
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
4ª FERIA DE CUCHILLERÍA ARTESANAL - MADRID
Horário:
- Sexta-feira: 16 às 20h;
- Sábado: 10 às 20h;
- Domingo 10 às 14h.
As reservas no hotel poderão ser feitas pela Internet ou por telefone:
www.amurahoteles.com
+34 91 787 4531
Preço da hospedagem: € 70,00 para expositores.
O hotel fica a 15 minutos do aeroporto.
Na sexta-feira haverá um jantar de confraternização e o valor da contribuição é de
€ 27,00
Preço da mesa (1 x 2 m): € 160,00
Incluindo duas cadeiras, toalhas e dois crachás de expositor. Os participantes de anos anteriores terão desconto.
Obs.: as mesas não poderão ser compartilhadas sem o consentimento da organização.
Entrada para o público: € 3,00
Maiores informações:
info@cuchillosartesanales.es
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Suavização de leis que regulamentam o porte de facas no Arizona resulta em debate entre juristas nos Estados Unidos
The New York Times | 09/12/2010 08:02
O Arizona costumava ser um verdadeiro pesadelo para quem portava ou colecionava facas, com um emaranhado de leis locais que forçavam aqueles inclinados a usar facas ou outros objetos pontiagudos no cinto a caminhar com cuidado ao seguir de Phoenix (onde é proibido o uso de facas, exceto canivetes) para Tempe (onde se proíbe o uso de facas em geral) e Tucson (proibido o uso de facas nas bibliotecas).
Mas isso mudou no início deste ano, quando o Arizona unificou sua lei que regulamenta o uso de facas. E agora, por causa das restrições locais, o Arizona é agora considerado o lugar dos sonhos para um portador de facas, onde tudo é permitido - de uma espada samurai a um canivete.
A transformação do Arizona e o recente fim da proibição de canivetes, estiletes e adagas em New Hampshire deu nova vida ao lobby dos direitos dos portadores de facas, o primo pouco conhecido do politicamente mais potente movimento pelos direitos dos portadores de armas. Sua visão é uma América que aceite o uso das facas e onde as lâminas não sejam vistas como algo ameaçador, mas como ferramentas – o equivalente a uma chave de fenda afiada – que servem a propósitos úteis e podem salvar vidas, tanto quanto tirá-las.
Claro, brigas e ataques de faca são uma preocupação. Nenhum aficionado por facas negaria isso. Na verdade, Todd Rathner, o lobista dos direitos dos portadores de facas, um grupo de defesa baseado no Arizona que está agora em seu terceiro ano, foi assaltado duas vezes em Nova York antes de se mudar para Tucson, uma vez - "ironicamente", disse ele – sob a mira de uma faca.
Mas o problema é o portador da faca e não a faca em si, diz o grupo, algo que soa muito parecido com aqueles que defendem os direitos do porte de armas de fogo.
Entusiastas
Na verdade, os defensores do porte de facas alegam que a Segunda Emenda aplica-se às facas tanto quanto às armas de fogo. Eles concentram seus argumentos em outros lugares, porém, enfatizando que as facas têm muitos papéis benéficos, do corte do peru de Ação de Graças ao fato de que elas não merecem a má fama que muitas vezes têm.
Mas em grande parte do país, especialmente em áreas urbanas, as facas ainda são vistas como armas que precisam ser controladas.
O promotor Cyrus R. Vance Jr., de Manhattan, anunciou em junho que seu escritório havia pressionado lojas que estavam vendendo facas ilegalmente para removê-las de suas prateleiras, abrir mão dos lucros das facas conseguidos ao longo dos últimos quatro anos e ajudar a financiar uma campanha para educar as pessoas sobre o seu uso. "O que torna essas facas tão perigosa é a facilidade com que podem ser escondidas e brandidas", alertou Vance.
*Por Marc Lacey
sábado, 27 de novembro de 2010
2ª MOSTRA DA FACA ARTESANAL
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
2º SALÃO PAULISTA DE CUTELARIA
Outra novidade empolgante foi a visitação à fábrica da Corneta, onde pudemos conhecer a mais nova escola de cutelaria do Estado de São Paulo. Agradeçemos ao senhor Ricardo Martin Berg, proprietário da empresa, primeiramente pela sensibilidade em perceber a necessidade de preservação e perpetuação da cultura cuteleira brasileira e também pela tão gentil acolhida em sua fábrica onde pudemos presenciar todo o processo de produção que, apesar de toda a tecnologia envolvida, abriga requintes de acabamento esmerado e praticamente artesanal. Desejamos boa sorte ao empreendimento, ao qual manifestamos total apoio, e também ao amigo e professor, Ricardo Vilar. Postamos algumas fotos da visita neste Blog e disponibilizamos o link abaixo para maior ilustração.
http://picasaweb.google.com/cutelariacorneta/InauguracaoDaEscolaDeCutelaria#
No mais, agradecemos à amiga Silvana Mouzinho (ao Paulo e à Isabela também) pelo empenho e a parabenizamos por fazer do Salão Paulista de Cutelaria um evento de excelência.
Obs.: infelizmente não disponibilizamos aqui fotos de todas as facas vencedoras do concurso, mas solicitamos aos premiados que as enviem para que possamos publicá-las.
Milton Hoffmann.
Salão lotado em todos os momentos.
Os premiados do ano: Sandro Böeck, Gustavo Vilar (mais conhecido por "Psycho" e/ou "Gustafá"), Dionatam Franco, Cléber Melo, Manuel Tacus e Ronaldo Franceski.
De Gustavo Vilar - Vila Velha/ ES.
De Mauel Tacus - Buenos Aires/ Argentina.
De Cléber Melo - Brasília/ DF.
Cutelaria Korth - Presidente Prudente/ SP.
Facas de Francisco Ferrari - Pirassununga/ SP.
Bowie de Eduardo Berardo - Ribeirão Preto/ SP.
Tomahawk de Ricardo Vilar - Sorocaba/ SP.
Coquetel de inauguração da Escola da Corneta.
João Asmar, de Anápolis - GO, e a Wotan.
Cássio Bécker, Cleber Melo e Neoclédio, de Brasília - DF.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
FEIRA DE CUTELARIA DE NOVA PETRÓPOLIS - 2010
Os premiados do evento junto à equipe organizadora.
"Melhor Bowie", de Gustavo Vilar - Vila Velha - ES.
"Melhor Iniciante", de Cássio Becker - Brasília - DF
"Melhor Faca de Caça", de Sandro Boeck - Caxias do Sul - RS.
"Melhor Camp Knife", de Sandro Boeck.
"Melhor Integral", de Sandro Boeck.
Integral gaúcha em Damasco, com empunhadura em Ébano; e Bowie com guarda integral em aço O1, de Cássio Becker, Brasília - DF.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
13ª TURMA DO CURSO DE CUTELARIA ARTESANAL

Churrasco de formatura e confraternização no último dia de curso.

As facas da galera.

Os ganhadores do concurso "As Melhores Facas do Curso": em 1º lugar, Giselle Paiva; 2º lugar, José Vinícius Tronconi (à esquerda); 3º lugar, Luis Antonio Castagna Maia.

Gustavo engel, Cássio Becker, Milton Hoffmann, Nagib Abdanur e Hamilton Vogado. Tá faltando a Virgínia!

Todo mundo limpinho no primeiro dia...

...mãos enfaixadas no segundo: "rapadura é doce, mas não é mole"!

Rui Guimarães de David.

Nossos colegas Henrique Pavanati e Luiz Antonio Maia.

Alessandra Silva.

Facas teste do curso construídas por Hamilton Vogado e Cássio Becker.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
12ª TURMA DO CURSO DE CUTELARIA ARTESANAL/ UnB
Carlos Eduardo Romani, Cleber Homem, Diogo de Oliveira Costa, Fernando Droescher, Francisco dos Santos, Lucas Almeida, Luis Antonio Nunes, Marcelo Monich, Renato Ribeiro, Ricardo Oliveira, Rodrigo Alttheman e Wilton Rodrigues.
Este é o colega Fernando Droescher, engenheiro civil radicado em Brasília e ganhador do prêmio "A Melhor Faca do Curso", ao lado de Gustavo Engel.
Carlos Romani e Wilton Rodrigues, dividindo o segundo lugar do concurso e ladeados pelo padrinho Engel.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
6º FESTIVAL GASTRONÔMICO DE PIRENÓPOLIS - GO

Seguem aqui algumas fotos do 6º Festival Gastronômico de Pirenópolis, realizado de 24 a 27 de junho de 2010. Participamos do evento pela segunda vez e com muito orgulho registramos aqui nossos agradecimentos à Prefeitura da cidade por mais essa oportunidade de troca de conhecimentos e de divulgarmos a arte Cuteleira. Agradecemos também aos componentes da equipe de cuteleiros participantes pelo empenho, parabenizando a todos pois sem vocês não teríamos cumprido nossa missão.
Desde o ano passado, percebemos que gastrônomos e cuteleiros têm muito em comum quando o assunto é afiação de facas, já que uma boa cozinha não funciona sem facas afiadas. E foi assim que a SBC se fez presente, mostrando aos chefes de cozinha e ao público como se fabricam e como se afiam as facas. Trabalhamos muito, mas em contrapartida comemos muito bem.
Banda da cidade recebendo a comitiva de cuteleiros da SBC.
Público bastante diversificado .
Cássio Becker, tinha horas que faltava deitar na bigorna para forjar suas facas.
Uma grata surpresa no domingo ao sermos visitados pelo chef Alex Atala.
Como ninguém é de ferro (e nem de aço), uma cervejinha na boca da noite cai muito bem.
Gustavo Engel, fazendo reparos e afiação em facas trazidas pelo público.
Adolfo Neto, campeão de vendas do evento, forjando para o público.
Camila, Vicente, Claudia, Milton e Brenno na Pousada.
A Cavalhada, festa anual com a encenação das batalhas lideradas por Carlos Magno contra as invasões dos Mouros e Sarracenos no século VIII, faz parte do folclore de Pirenópolis desde 1826. A Cavalhada foi introduzida no Brasil pelos Jesuítas, com a autorização da Corôa, e com o objetivo de catequisar os gentios e os escravos africanos.
Mostras do nosso trabalho.
Parte da equipe SBC/Brasília pronta para a "night".
Show com Demônios da Garôa, altíssimo nível.
Cavaleiro Cristão e sua lança.
Cavaleiro Mouro.
Milton Hoffman, Regina Cavalcante, do Ministério do Turismo, e Dudu França.
João Asmar, Mônica Becker, Cássio Becker e Adolfo Neto.
A "night" em Pirenópolis.














